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terça-feira, 5 de abril de 2016

Chimpanzés podem acreditar em Deus, diz estudo




Não são apenas os seres humanos que acreditam na existência de um Deus, os chiampanzés também podem ter uma crença. Uma observação científica mostra que os animais parecem ter desenvolvido um sistema ritualístoco para cultuar um Deus.

A descoberta, realizada por um grupo de cientistas da Universidade Humboldt de Berlim, na Alemanha, se deu por meio de uma pesquisa em que foram filmados com câmeras escondidas os que registraram um comportamento grupal que não tem que parece remeter a uma crença simbólica, hipótese reforçada pelo fato de a prática ter se repetido de forma idêntica em outras ocasiões esem um objetivo claro, uma função prática, como acontece em todas as tarefas coletivas dos animais. (Veja o vídeo abaixo).

Essa descoberta  provoca um questionamento: será que o sentimento religioso e a consciência de uma entidade superior obedecem a um caminho evolutivo em que os chimpanzés estão andando na mesma direção que nossa espécie?


 Crédito da Foto: AFP - Fonte: Yahoo.


NOTA DO EDITOR:

1 Disse o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem. SALMO 14:1

Nesse caso, parece que há Chimpanzés mais evoluídos do que muitos ditos "Humanos".

quarta-feira, 16 de março de 2016

Dinossauro do tamanho de cavalo mostra como T-rex tornou-se rei


Um novo tipo de dinossauro da família do T-rex poderia explicar como o legendário cresceu para tornar-se o indiscutível rei da cadeia alimentar - informaram pesquisadores.

Até agora, os cientistas não têm tido muita evidência sobre a forma como este predador icônico tornou-se o maior carnívoro na Terra antes que os dinossauros fossem extintos há 65 milhões de anos.
As respostas podem estar no cérebro do 'Timurlengia euotica', um parente até então relativamente desconhecido do T-rex.
Timurlengia euotica era menor do que o T-rex, que tinha um tamanho similar ao de um elefante, mas já tinha desenvolvido o cérebro necessário para rastrear e devorar suas presas.
Embora os pesquisadores tenham advertido que esta descoberta representava apenas um animal dentro de uma grande linhagem, suas características ajudam a ilustrar como pequenos tiranossauros evoluíram ao longo do tempo em animais maiores e mais inteligentes, graças aos sentidos aguçados que poderiam ajudá-los a encher suas barrigas.
"Apenas quando estes tiranossauros ancestrais desenvolveram seus engenhosos cérebros e refinados sentidos, cresceram para ficar do tamanho do T-Rex", explicaram.
Os primeiros tiranossauros surgiram há 170 milhões de anos e então tinham o tamanho de um ser humano.
Os ossos do Timurlengia euotica foram descobertos no Uzbequistão, onde viveram há cerca de 90 milhões de anos.
Não se sabe muito sobre como o T-rex se tornou tão grande, "especialmente devido a uma lacuna frustrante de cerca de 20 milhões anos no registro fóssil do Oriente Cretáceo, quando os tiranossauros passaram de pequenos caçadores a predadores gigantes", diz o estudo publicado nos Anais da Academia Nacional de Ciências.
Esta nova descoberta é "a primeira espécie de tiranossauro diferente procedente deste vácuo".
O espécime foi descoberto entre 1997 e 2006 por uma equipe de paleontólogos liderados por pesquisadores da Universidade de Edimburgo, que trabalhavam no deserto de Kyzylkum, a noroeste do Uzbequistão.
O crânio do Timurlengia era menor do que o do T-rex, sugerindo que ele não cresceu muito, mas a forma de seu crânio revela que "o cérebro e os sentidos já estavam altamente desenvolvidos". [Fonte: Yahoo]
NOTA:

Amalgamação:

Ouvi falar, certa vez, de que a escritora Ellen White falou sobre a "mistura" de seres, que ela chamou de "amalgamação". O que ela quis dizer com isso? - G


Prezado G., o artigo que segue, escrito por Gordon Shigley, examina a polêmica declaração de Ellen White sobre ter ocorrido no passado "amálgama de homem e besta" dando origem a raças inferiores tanto de homens quanto de animais, segundo a perspectiva de dois pesquisadores adventistas de renome na área de Biologia, autores de livros e vários artigos sobre Ciência e Religião: Dr. Frank L. Marsh e Dr. Harold W. Clark:


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

'As leis da ciência bastam, não precisamos de Deus', afirma Stephen Hawking


Um dos principais cientistas do planeta falou sobre o ser humano e Deus. Em entrevista concedida ao jornal El País, Stephen Hawking afirmou que teme pelo futuro da raça humana e explicou sua relação com conceitos religiosos.

Desde que criou, ainda em 2015, uma iniciativa para buscar vida inteligente em nossa galáxia, Hawking tem sido questionado com frequência sobre suas expectativas sobre extraterrestres e, claro, sobre o Universo, um de seus objetos de estudo.

E as opiniões do físico sobre esse tema são bastante delicadas. Para ele, uma possível visita de extraterrestres à Terra pode ser caótica e muito nociva aos terráqueos. Ele compara essa possibilidade a um período antigo de nossa história.

“Se os extraterrestres nos visitarem, o resultado será muito parecido com o que aconteceu quando Colombo desembarcou na América: não foi uma coisa boa para os nativos. Extraterrestres avançados podem se tornar nômades e tentar conquistar e colonizar qualquer planeta”, afirma ele.

Apesar de acreditar — e muito — na questão da existência de vida extraterrestre, Hawking é bastante cético ao citar Deus e outras temáticas religiosas. Na entrevista, ele explicou como considera e encara a existência de uma figura divina.


“Utilizo a palavra ‘Deus’ em um sentido impessoal, da mesma forma que Einstein, para me referir às leis da natureza. As leis da ciência bastam para explicar a origem do Universo. Não é preciso invocar Deus”, explicou ele.[Fonte: Yahoo]

NOTA DO EDITOR:

Disse o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem.
Salmos 14:1

terça-feira, 2 de junho de 2015

Fóssil de pássaro de 115 milhões de anos é descoberto no Ceará

Ave do tamanho de beija-flor viveu no antigo supercontinente de Gondwana.
Trata-se de um dos fósseis de pássaro mais antigos da América do Sul.

Fóssil de pássaro de 115 milhões milhões de anos foi encontrada na região que hoje equivale ao Nordeste brasileiro (Foto: Ismar Carvalho/Nature Communications)
Pesquisadores descobriram, no Nordeste do Brasil, um fóssil de pássaro excepcionalmente completo do período Cretáceo Inferior. A ave foi encontrada em uma rocha de 115 milhões de anos. Trata-se de um dos fósseis de pássaro mais antigos na América do Sul.
Concepção artística mostra como seria a ave encontrada fossilizada (Foto: Gabriel Lio/Nature Communications)Concepção artística mostra como seria a ave
encontrada fossilizada (Foto: Gabriel Lio/
Nature Communications)
O espécime, encontrado na região da Chapada do Araripe, no Ceará, tem o tamanho de um beija-flor. O fóssil ainda conserva grandes penas na cauda, que ainda apresentam traços das cores originais, e plumas ao longo do corpo. Os autores sugerem que as longas penas tinham função sexual ou de reconhecimento de espécie, e não estavam relacionadas ao equilíbrio ou ao voo.
"Apesar de ser um pássaro jovem e pequeno, esse novo fóssil é uma descoberta muito importante para a compreensão da evolução dos pássaros no paleocontinente de Gondwana. Este fóssil é uma verdadeira jóia da paleontologia brasileira", diz o pesquisador Ismar de Souza Carvalho, diretor do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e um dos autores da pesquisa, que foi publicada nesta terça-feira (2) na revista "Nature Communications"
Os pesquisadores observam que, apesar da juventude do pássaro, a estruturas de suas penas são parecidas com as dos pássaros adultos modernos.
A maioria dos fósseis de pássaros do período Cretáceo já descobertos até hoje, segundo os pesquisadores, foram encontrados no nordeste da China.
Foi a partir deles que se obteve o conhecimento sobre como evoluiram as penas dos pássaros. Agora, com o novo fóssil brasileiro, o conhecimento sobre a estrutura e função das penas pode ser ampliado.
Representação artística mostra como seria a ave fossilizada encontrada no Brasil (Foto: Deverson Pepi/Nature Communications)Representação artística mostra como seria a ave fossilizada encontrada no Brasil (Foto: Deverson Pepi/Nature Communications)
Trabalho de exploração paleontológica na Chapada do Araripe, no Ceará (Foto: Ismar Carvalho/Nature Communications)Trabalho de exploração paleontológica na Chapada do Araripe, no Ceará (Foto: Ismar Carvalho/Nature Communications) - Fonte: G1.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Já vi esse filme! Cientistas vão clonar mamute e criar parque para ele viver



O parque jurássico que Steven Spielberg está próximo de sair das telonas e virar realidade. Calma, não teremos tiranossauros andando em meio às cidades. Ainda. Mas cientistas começam o processo de clonar um mamute extinto há mais de 27 mil anos.


A partir dos genes de um espécime congelado, encontrado em ótimas condições, o experimento quer trazer os bichos de volta para estudar seu comportamento. Já há, mesmo sem o início dos testes, até um local onde eles ficariam: um parque na Sibéria, uma das regiões mais geladas do mundo.


“Seu corpo foi mantido em excelente condições porque estava preso em puro gelo. O sangue é muito escuro e o animal foi encontrado afundado da barriga pra baixo. Quando separamos o corpo da cavidade de gelo, o sangue saiu escorrendo”, afirma Semyon Grigoriev, chefe da expedição que encontrou o animal.


Os cientistas, agora, divergem na maneira como a clonagem deve ser feita. Equipes de Harvard defendem que que as células do mamute sejam inseridas em células de elefantes modernos. Já pesquisadores de Estocolmo acreditam que, com o genoma completo do mamute, é mais simples criar células-tronco. [Fonte: Yahoo]

terça-feira, 28 de abril de 2015

Descoberto no Chile um dos dinossauros mais estranhos de sempre

Era herbívoro, tinha até três metros de comprimento e a sua anatomia era uma combinação de diferentes espécies: o Chilesaurus diegosuarezi é um «dos dinossauros mais bizarros já descoberto», dizem os pesquisadores que fizeram um estudo sobre fósseis do animal.



Este novo tipo de dinossauro pertence à família dos terópodes, que inclui os famosos carnívoros Velociraptor, tiranossauro e carnotauro. Mas o Chilessauro apresenta características estranhas.
«Estamos perturbados pela estranha anatomia do Chilessauro, que lembra diferentes grupos de dinossauros», disse Fernando Novas, co-autor do estudo publicado na revista científica Nature.
«A sua cintura pélvica assemelha-se à dos ornitísquios (...) e as suas patas traseiras - grandes e com quatro dedos – assemelham-se muito mais às dos sauropodomorfos primitivos» do que as dos terópodes, mais finas e compostas de três dedos, continuou Bernardino Rivadavia, do Museu de Ciências Naturais de Buenos Aires.
Segundo ele, o Chilessauro «é um dos dinossauros mais bizarros já descobertos».
Foi no sul do Chile que os ossos foram encontrados por Diego Suarez, que deu o seu nome ao dinossauro. Em Fevereiro de 2004, o menino de sete anos acompanhava os pais geólogos nos Andes, quando tropeçou em fósseis encontrados em rochas do final do período Jurássico, há cerca de 145 milhões de anos.
Desde esta descoberta, mais de uma dúzia de espécimes do dinossauro foram recolhidas, incluindo quatro esqueletos completos.
«No começo, eu estava convencido de que tinha recolhido três dinossauros diferentes, mas quando o esqueleto mais completo foi preparado, ficou claro que todos os itens pertenciam a uma espécie de dinossauro», explica Fernando Novas.
O relativamente pequeno crânio do dinossauro, a forma do seu nariz ou os seus dentes em forma de folha revelam que o dinossauro era um comedor de plantas.
De facto, diferentes partes do corpo do Chilessauro foram adaptadas a uma dieta especial e estilo de vida particulares, semelhante a outros grupos de dinossauros, devido ao fenómeno da evolução convergente, informou em comunicado a Universidade de Birmingham.
«Neste processo, uma ou mais partes de um organismo parecem-se com as de espécies não relacionadas por causa de um estilo de vida semelhante e a pressões evolutivas», contou Martin Ezcurra, co-autor do trabalho e pesquisador da Universidade de Birmingham.
Os dentes do Chilessauro são muito semelhantes aos dos dinossauros primitivos que tinham um pescoço longo porque foram seleccionados ao longo de milhões de anos devido a uma dieta semelhante, exemplifica a universidade.
O Chilessauro é «um dos casos mais interessantes de evolução convergente documentados na história da vida», ressaltou Ezcurra.[Fonte: Diário Digital]