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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Nova teoria pode provar começo da vida e descarta Deus

Teoria feita por cientista da MIT tenta explicar origem da vida através de seres não-vivos e foi reportada em revista científica.


Uma nova teoria pode responder questões importantes sobre como a vida começou – e descarta a necessidade de “Deus” e sua criação. As informações são do The Independent.


Um cientista da Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, escreveu para o website da Fundação Richard Dawkins dizendo que a nova teoria poderá colocar Deus “na geladeira” e aterrorizará os cristãos. Segundo o estudo, a vida não teria surgido de um acidente, ou teria sido resultado de sorte de uma “sopa primordial”, mas ela teria surgido por necessidade - resultado das leis da natureza e seria “tão inevitável quanto rochas rolando ladeira abaixo”.
O problema para os cientistas que tentam entender como a vida começou é apreender como os seres vivos - que tendem a ser muito melhores em tirar energia do ambiente e dissipá-la como calor - poderia acontecer vindo de seres sem vida. Porém, de acordo com a teoria de Paul Rosenberg, da MIT, reportada na revista científica Quanta Magazine, quando um grupo de átomos é submetido por um longo tempo a uma fonte de energia, ele irá se reestruturar para dissipar mais energia. Assim, a emergência da vida não poderia ter sido por sorte de arranjos atômicos, mas sim de um inevitável evento se as condições fossem corretas.
"Você começa com um grupo aleatório de átomos; se você brilhar a luz sobre ele por muito tempo, não deve ser tão surpreendente que você obtenha uma planta”, explica Rosenberg.
Como observa Rosenberg, a ideia de que a vida poderia ter evoluído a partir de coisas não-vivas tem sido afirmada há algum tempo, tendo sido descrita por filósofos pré-socráticos. [Fonte: Terra]

Jacaré pré-histórico do Acre tinha tamanho de um ônibus e mordia mais forte que um tiranossauro


Reprodução


Maior que um ônibus e com a mordida mais forte que a de um tiranossauro. Parece inimaginável, mas existiu. E, mais ainda, viveu no Brasil, mais especificamente na região que fica atualmente o Acre. OPurussaurus brasiliensis foi totalmente detalhado por pesquisadores, que já o conheciam há tempos, mas nunca tiveram informações mais detalhadas.

Entre as características expostas do réptil aquático, três se destacam. A primeira é a potência da mordida dele: nada menos do que 70 mil newtons, ou se você preferir, 7 toneladas de pressão. Para se ter ideia,  valor é dez vezes a mordida de um leão. O segundo é seu tamanho, de 12,5m. Colocando o efeito de comparação, o jacaré era do tamanho de um ônibus de linha comum. Por fim, em terceiro lugar, está o peso. Toda essa força consumia 40kg de comida por dia para manter esbeltas 8,5 toneladas.

Os 40kg de alimentos consumidos pelo P. brasiliensis significavam muito problema para os animais que estavam no mesmo ecossistema. Isso porque, por conta do formato dos dentes, os especialistas afirmam que ele era carnívoro. Considerando que a Amazônia na época era um superpantanal, circulavam por lá animais como roedores de quase uma tonelada, o que facilitava o trabalho do réptil.

Tão gigante e poderoso, esse animal dominou a região por muito tempo. Cientistas estimam que sua extinção tenha sido causada pelas mudanças bruscas no ecossistema. Afinal, com esse tamanho, ele não se locomovia muito para caçar. Com as transformações na região, passou a não ter mais presas e simplesmente sumiu. Sorte de quem mora hoje na região. [Fonte: Yahoo]