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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Dinossauro de 50cm com penas é descoberto na China


Cientistas chineses descobriram o fóssil de um dinossauro com quatro asas e penas, que pode constituir o elo perdido na transição destes animais pré-históricos em sua passagem da terra para os céus.

Segundo foi publicado hoje na revista científica "Nature", a descoberta permite compreender melhor a evolução original das plumas nos antigos habitantes da terra, um aspecto evolutivo pouco conhecido devido à falta de fósseis bem conservados.

A falta de informação a respeito fez com que muitos paleontólogos tenham dúvidas de que os dinossauros com aspecto de ave sejam os autênticos antepassados dos pássaros, já que os restos em bom estado conhecidos até agora são de data muito tardia.

Mas o Anchiomis huxleyi, nome que receberam os restos achados em Liaoning, província do nordeste da China, é um fóssil "excepcionalmente bem preservado", no qual ficou gravado um dinossauro com longas plumas nas quatro patas e na cauda.

Isto sugere, segundo o professor Xing Xu, da Academia Chinesa de Ciência, que "pôde ter existido uma fase na qual os dinossauros tiveram quatro asas em sua transição para se transformarem em aves".

Inicialmente se pensou que o Anchiomis huxleyi tenha sido um pássaro primitivo, mas uma avaliação mais exaustiva do fóssil revelou que ele deve ser atribuído ao Troodontidae, grupo de dinossauros estreitamente relacionados com a aves como as conhecemos hoje.

O professor Xing e sua equipe dataram o fóssil no Jurássico tardio (há entre 156 a 138 milhões de anos), o que implica que se trata do dinossauro com aspecto de pássaro mais antigo até o momento.

É inclusive mais velho que o Archaeopteryx, a primeira ave que os paleontólogos tem notícia.

A conclusão principal destes cientistas é que a presença de uma espécie como Anchiomis huxleyi nessa época questiona com solidez o argumento de que os dinossauros com aspecto de aves viveram em período muito tardio para serem os "pais" dos pássaros. (Fonte: Yahoo Notícias/EFE)

O 'Anchiornis huxleyi' viveu há 155 milhões de anos e apresentava quatro asas em vez de apenas duas

Um pequeno dinossauro da família dos terópodes, com 155 milhões de anos, coberto de penas e que tinha quatro asas em vez de duas, foi descoberto na China, anunciou o célebre paleontólogo chinês Xing Xu na revista Nature. O espécime mede 50 centímetros de comprimento.

Um fragmento do fóssil, e depois um esqueleto completo do Anchiornis huxleyi, foi encontrado na formação jurássica de Tiaojishan, que terá entre 151 e 161 milhões de anos, situada na província de Liaoning (Nordeste da China).

A espécie é ligeiramente mais antiga que o Archaeopteryx, que até agora era o mais velho animal com penas. Foi considerado o antepassado das aves, apesar de possuir também vários traços de répteis. O Archaeopteryx foi descoberto em Solnhofen, Alemanha, num estrato geológico com 150 milhões de anos.

O Anchiornis huxleyi "pode ser classificado na família dos troodontidae, que figuram entre os terópodes mais aparentados com as aves", indicaram os autores do estudo, que acrescentaram que este é o mais velho exemplar descoberto até ao momento.

Até agora, a ausência de penas nos dinossauros mais antigos que o Archaeopteryx representava um elo perdido da evolução. A abundante plumagem do Anchiornis huxleyi, nomeadamente ao nível das patas, "traz novos esclarecimentos à evolução precoce das penas e mostra uma distribuição complexa dos atributos dos ossos e penas a um período próximo da transição dinossauros-aves".

As plumas, que se encontram na parte inferior das quatro patas e na cauda, "levaram ao desenvolvimento de quatro asas", afirmaram. "Enquanto as penas das patas dianteiras foram crescendo com a evolução, as das patas traseiras foram-se reduzindo e acabaram mesmo por desaparecer."(Fonte: DN Ciência)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Descoberto fóssil que altera teorias sobre dinossauros


Cabeça e crânio do raptorex Foto: Universidade de Chicago/Divulgação

Cabeça e crânio do raptorex
17 de setembro de 2009
Foto: Universidade de Chicago/Divulgação

A descoberta de um novo dinossauro na região nordeste da China surpreendeu paleontólogos ao indicar que é preciso reavaliar as atuais teorias sobre a evolução dos grandes predadores pré-históricos. O dinossauro, que é uma miniatura do tiranossauro rex, foi batizado de raptorex (rapto é o termo comumente usado para pequenos dinossauros e rex significa "rei").

O raptorex, apesar de ter vivido há cerca de 125 milhões de anos, e aproximadamente 60 milhões de anos antes do tiranossauro rex, já apresentava as principais características do maior e mais conhecido dinossauro. Isso contradiz as teorias de que as características físicas do tiranossauro rex, como cabeça desproporcionalmente grande em relação ao torso, braços pequenos e pés longilíneos eram resultado do processo evolutivo e de crescimento da espécie.

Todas estas características estão presentes no raptorex, apesar de este ser uma miniatura do seu gigantesco descendente. Até mesmo o cérebro do raptorex exibe bulbos olfatórios grandes, indicando um olfato altamente desenvolvido, assim como o do tiranossauro rex.

"É impressionante. Não conheço nenhum outro exemplo de um animal que tenha sido tão perfeitamente criado em uma versão cerca de 100 vezes menor do que, mais tarde, se tornaria", diz Paul Sereno, paleontólogo da Universidade de Chicago e autor do estudo sobre o raptorex.

Os paleontólogos dizem que um raptorex adulto não passava de 3 metros de altura e 60 quilos. Vivia em uma região de lagos perto da Mongólia e se alimentava de pequenos dinossauros, pássaros e tartarugas.

Os braços curtos eram secundários na caça e permitiam que o raptorex corresse com mais agilidade para atacar sua presa. "Em um animal tão veloz e com cabeça tão grande, algo tem de ser sacrificado e, neste caso, assim como no caso do tiranossauro rex, os braços foram colocados em segundo plano", afirma Stephen Brusatte, co-autor do estudo e paleontólogo do Museu Americano de História Natural.

"Todas estas características fazem parte de um design belamente criado para um predador de grande sucesso¿, diz Sereno. Segundo os autores do estudo, mesmo os braços diminutos do tiranossauro rex não eram inúteis nem apenas vestígios do processo evolutivo, mas faziam parte de um modelo especialmente desenvolvido para capturar e liquidar outros animais. Há três anos, o esqueleto, em condições quase que perfeitas, foi comprado no mercado negro por Henry Kriegstein, um colecionador de fósseis, e encaminhado a Sereno. O paleontólogo concordou em estudar o espécime desde que este fosse, depois disso, devolvido à China.

"Foi uma descoberta completamente inesperada. O que sabíamos sobre a evolução dos dinossauros era simplista ou mesmo errado", afirma Brusatte. (Fonte: Terra)

Veja as Fotos Aqui

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Vaticano: não há conflito entre fé e Evolucionismo

O presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Gianfranco Ravasi, afirmou que não existe contraposição entre a fé e a teoria da evolução de Charles Darwin e disse que o naturalista britânico nunca foi condenado pela Igreja Católica.
De acood com a EFE, Ravasi afirmou isto durante a apresentação hoje no Vaticano do Congresso internacional que será realizada em Roma entre 3 e 7 de março de 2009 sob o título "Evolução biológica: fatos e teorias. Uma avaliação crítica 150 anos após A origem das espécies".
O "ministro" de Cultura do Vaticano também afirmou que a Igreja Católica não tem que pedir perdão para o autor da teoria da evolução, Charles Darwin, "pois nunca o condenou".
"Darwin nunca foi condenado e seu livro A origem das espécies nunca foi proibido", declarou Ravasi ao ser perguntado se o Vaticano, como fez a Igreja Anglicana, pediria desculpas ao cientista e naturalista britânico.
O prelado acrescentou sobre o Evolucionismo que é necessário um "ato de humildade" dos teólogos e "a superação da arrogância" de alguns cientistas.
Mais cedo nesta semana, um importante membro da Igreja anglicana, Malcom Brown, disse que a instituição devia desculpas a Darwin pela maneira na qual suas idéias foram recebidas na Inglaterra. A informação é da agêcia Reuters
O papa Pio 12 descreveu a evolução como uma abordagem válida do desenvolvimento humano em 1950 e o papa João Paulo segundo reiterou o fato em 1996. Mas Ravasi disse que o Vaticano não tinha a intenção de se desculpar por sua visão negativa anterior.
"Talvez devêssemos abandonar a idéia de emitir pedidos de desculpas como se a história fosse um tribunal que está eternamente em sessão", disse, acrescentando que as teorias de Darwin "nunca foram condenadas pela Igreja Católica e nem seu livro havia sido banido".
O criacionismo é a crença de que Deus teria criado o mundo em seis dias, como é descrito na Bíblia. A Igreja Católica interpreta a acepção do Genesis literalmente, dizendo que ela é uma alegoria para a maneira na qual Deus criou o mundo.
Alguns outros cristãos, na maioria protestantes nos Estados Unidos, lêem o Genesis literalmente e protestam contra o fato de a evolução ser ensinada em aulas de biologia em colégios públicos.
Sarah Palin, a candidata à Vice-presidência pelo Partido Republicano, disse em 2006 que apoiava que o criacionismo e a teoria da evolução fossem ensinados nas escolas, mas afirmou subsequentemente que o criacionismo não deveria necessariamente ser parte do curso.(Fonte: Terra)